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Archive for the ‘marketing’ Category

Estamos lançando o episódio #001 do videocast Man in the Arena (ou Homem na Arena), que me propus a fazer com Leo Kuba mensalmente. Nesse episódio seguimos as sugestões de diminuir a duração (nós também achamos que estava meio longo).

Dessa vez falamos sobre os seguintes assuntos:

Para o próximo, quero estudar mais cada tema a ser falado, para ficar com mais conteúdo e mais objetivo. Esse projeto tem sido um ótimo aprendizado (e diversão). Vamos em frente.

A edição desse episódio ficou por conta do Leo Kuba, que fez um excelente trabalho (e olha que ele é iniciante em vídeo). O #000 foi feito pelo nosso amigo Luiz Murillo, que trabalha com vídeo profissionalmente.

Por favor, envie suas sugestões, comentários e ideias. O que você quer ver no #MitA? Queremos te ouvir e aprender com você também. Muito obrigado.

Se preferir, assista no Blip.tv, que tem opção para downloado do MP3 e versão mobile. Temos o RSS do programa e também para iTunes.

[blip.tv ?posts_id=3396568&dest=-1]

“O Man in the Arena é um vídeo podcast sobre empreendedorismo e cultura digital apresentado por Leo Kuba e Miguel Cavalcanti”.

Veja a apresentação e episódio #000.

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Leo Kuba e eu estamos lançando um videopodcast mensal sobre negócios, empreendedorismo, internet e vida digital (seja lá o que isso for rs..). A ideia surgiu numa cnversa com o Leo, ele me convidou e eu topei na hora. O vídeo acima é o episódio #000. Assista e de sua opinião.

Nas gravações ainda não sabíamos o nome que o programa iria ter. Falamos de muitas coisas, demos risadas, falamos bobagens. Foi bem divertido. E falamos de muitas coisas que acreditamos também.

Uma das coisas foi a citação do discurso Man in the Arena, feito pelo presidente nos EUA, Theodore Roosevelt. O básico desse discurso é o valor da pessoa que está no meio da arena, lutando, dando a cara para bater. Se arriscando, podendo ganhar, podendo perder. Há muito mais valor nisso do que quem está na platéia comentando, criticando, avaliando. Falamos sobre isso entre as gravações, de que é muito mais importante e valioso estar na “briga” do que ser o doutor da vida, comentando e criticando tudo, sem fazer, sem realizar. Durante a semana, depois da gravação, Luiz Murillo, um amigo nosso que entende de vídeo, sugeriu: que tal dar o nome do videopodcast de Man in the Arena? Topamos na hora. Pareceu um nome que estava esperando ser descoberto. E já criamos a hashtag #MitA.

Aproveitando esse primeiro vídeo, que fizemos totalmente no espírito #MitA, ou seja, não está perfeito, mas estamos lutando, trabalhando, faço abaixo alguns comentários sobre negócios que acredito e que estão alinhados com o #MitA. Provavelmente nem tudo o Leo Kuba vai concordar, mas acredito que ele vai fazer os comentários dele também.

  • Faça, comece. O momento certo nunca vai chegar. Você vai ser novo demais, ou velho demais. Terá pouco dinheiro, ou pouco tempo.
  • Esqueça os críticos. Acredite em você. Tem muita gente especialista em afundar os sonhos dos outros.
  • Escute os críticos, procurando tirar o que tem de melhor, aprender alguma coisa.
  • Trabalhe em algo que vale a pena. Em algo que você acredita.
  • Esteja preparado para “apanhar”. As coisas dão errado, você rejeitado. Suas ideias são reprovadas. É preciso persistência. É preciso continuar, mesmo que cansado, desanimado.
  • Siga em frente. O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem desanimar, já disse Churchhill, que teve seu grande sucesso depois dos 60 anos.
  • Não espere muito dos outros. Ninguém vai te dar nada. Tudo que é seu, você que terá que pegar, que conquistar.
  • É claro que se você tiver esse espírito, você vai conhecer muita gente boa, que vai te ajudar, te ensinar, te animar. Os verdadeiros amigos valem ouro.
  • Procure se divertir. Trabalhe duro, mas aproveite. Se você gosta do que faz e acredita no seu negócio isso não vai ser tão difícil quanto parece.
  • Tenha uma causa, um mantra. Trabalhar por algo maior do que apenas o dinheiro e te ajuda a ir sempre mais longe, quando você não ganha nada e também quando o negócio já dá resultado financeiro.

Obrigado Leo pelo convite. E vamos aos próximos. Nosso amigo Edu Carvalho acompanhou a primeira gravação e já blogou o vídeo antes de mim. Até o Techcrunch já usou esse discurso.

Leia o trecho mais famoso do discurso:

It is not the critic who counts; not the man who points out how the strong man stumbles, or where the doer of deeds could have done them better. The credit belongs to the man who is actually in the arena, whose face is marred by dust and sweat and blood; who strives valiantly; who errs, who comes short again and again, because there is no effort without error and shortcoming; but who does actually strive to do the deeds; who knows great enthusiasms, the great devotions; who spends himself in a worthy cause; who at the best knows in the end the triumph of high achievement, and who at the worst, if he fails, at least fails while daring greatly, so that his place shall never be with those cold and timid souls who neither know victory nor defeat.

Você também pode ver o vídeo no Blip.tv e/ou baixar o arquivo.

[blip.tv ?posts_id=3359360&dest=-1]

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Li entre domingo e segunda da semana passada, li um excelente livro sobre vídeo online. Foi recém-lançado nos EUA. Se chama Get Seen (Seja visto), de Steve Garfiled. O livro é muito bom e rápido de ler. Dessa vez, usei o Kinlde for PC no netbook aqui em casa e funcionou muito bem, pois, ao mesmo tempo que lia, ia pesquisando na internet as sugestões dele.

Minhas principais observações e dicas:

  • O mais importante é você. Não se preocupe tanto com equipamento, foque em ter uma história boa para contar, com frequência e consistência. E persistência.
  • Não tente agradar a todos. Encontre seu nicho.
  • Steve montou uma rede Ning para compartilhar conteúdo sobre o livro. Conheça www.getseen.ning.com.
  • Vídeo online ajuda você conhecer os outros e se tornar mais cohecido, como pessoa, como ser humano, não apenas o “profissional”. Concordo e esse é um dos motivos que mais me anima a entrar nesse jogo.
  • Grave pequenos vídeos do seu dia-a-dia. Nem sempre você vai postar, mas você não vai perder esses momentos. Interessante.
  • iPhone 3GS faz tanto sucesso poi svocê anda com ele, sua carteira, e suas chaves por todo o canto. Por isso está se tornando a câmera mais usada do mundo.
  • Steve conta um caso em que ele cosnseguiu gravar entrevista com um senador antes da CNN, por estar do lado dele com um celular habilitado para stream de vídeo (ao vivo), usando o Qik.
  • Comece o quanto antes, e aprenda com isso. Estou pensando em fazer um experimento, gravando um pequeno vídeo todos os dias.
  • Um site na Alemanha fez uma parceria com a camera Flip, que já envia direto para esse site. O próprio site vende as câmeras para seus leitores. Achei demais essa ideia.

Sites legais e recursos:

  • Para tutoriais e screencasts, use o www.screenr. Ou use o Animoto (muito legal!) para fazer vídeos de fotos e slides.
  • Youtube tem máxima audiência, mas só com vídeos até 10 minutos.
  • Blip.tv tem qualidade e distribui seu conteúdo para o iTunes e gera MP3.
  • Vimeo é o melhor em qualidade.
  • Vale a pena usar Tubemogul, para colocar seu video em inúmeros outros sites, de uma uma vez só.
  • Transmissão ao vivo: Qik, Ustream e Livestream. Ainda não testei, mas chego lá.
  • Blip.tv tem a opção de montar playlists, assim uma pessoa pode assistir todos o sepisódios em uma mesma página.
  • Para vídeos corporativos: Brightcove ou Viddler. Para vender conteúdo, ele recomenda MyContent.
  • Para video chat, ele recomenda ooVooTinychat.
  • A câmera que mais gostei das sugestões dele foi a Kodak Zi8, pequena como uma Flip, grava em HD em formato sem precisar de conversão e tem entrada para microfone.
  • Minha câmera (Canon HF200) também aparece bem, mas tem o problema de precisar converter o vídeo antes de editar.

Sobre a produção (a melhor parte do livro, super completa):

  • Em vídeo online, gaste mais com microfones e iluminação do que com câmeras. Uma surpesa para mim. E ele dá dicas de todo tipo de microfone, inclusive os BBB (bom, bonito e barato – meus favoritos).
  • Até no iPhone, vale a pena ter um microfone externo. Ele recomendou esse. Eu comprei, mas não chegou ainda.
  • Tenha um tripé.

Detalhes práticos:

  • No youtube, título de no máximo 60 caracteres.
  • Se prepare para receber comentários que não gosta (tenha pele grossa, ou thick skin). Eu sei bem o que é isso em quase 10 anos de AgriPoint :-)
  • Faça vídeos curtos. Esse eu ainda preciso aprender.
  • Entrevistas: ligue a câmera antes, para deixar o entrevistado mais a vontade, mais focado em você e prestando menos atenção a câmera.

Comentários finais:

Recomendo muito esse livro se você quer entender mais sobre vídeos online e começar a fazer os seus. Steve testou inúmeras opções e formatos e dá o caminho das pedras. Eu achei bom demais e já estou melhorando várias coisas nos meus planos. Mas a principal dica é: comece ;-)

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Tenho um iPhone desde dezembro 2007, quando ganhei um 2G do meu sogro. Na verdade, minha mulher ganhou, e eu herdei… Em junho-09, quebrei a tela e continuei com ele por mais uns tempos. Sempre gostando muito. Mesmo com a vergonha de usar um celular quebrado, não “conseguia” trocar por outro reserva. Em setembro do ano passado passei para um oficial 3GS, da Vivo. Gosto cada vez mais, apesar de muita gente torcer o nariz.

Fiz essa lista meio na brincadeira, pois dá para aprender muito com um iPhone sobre marketing. Talvez mais do que num MBA, mas quem me conhece mesmo sabe que não sou dos maiores fãs :-)

14 razões para todo marqueteiro ter um iPhone:

  1. Entender que embalagem e o ato de tirar da embalagem fazem parte do produto.
  2. Produto bom é aquele que não precisa de manual, é tão intuitivo que você se vira muito bem “apenas usando”.
  3. Produto bom não precisa ter todas as especificações que os técnicos acham que precisam. O iPhone não tem flash na câmera, não tinha MMS, não tinha uma enorme lista de coisas que eram considerados “essenciais” por todos os especialistas em telefones de última linha. Vendeu horrores. Faça um produto com foco nos clientes, não nos especialistas nessa categoria de produto.
  4. Um iPhone é um iPhone. As operadoras te prometem um smartphone da Nokia e te entregam um da Motorola, como se fosse a mesma coisa. Experimente fazer isso com o celular da Apple.
  5. Produto de sucesso é um “objeto social”, como descrito pelo @gapingvoid. As pessoas falam sobre ele. É assunto. Gera conversa. Você faz amigos. Uma vez por exemplo, conversei com um cara na fila do Subway porque ele viu o meu quebrado e puxou papo.
  6. O iPhone não é um produto, mas uma plataforma. Você pode ganhar dinheiro com ele, mesmo não sendo a Apple. Há milhares e milhares de programadores ganhando dinheiro, fazendo programas para a App store. Agora todo mundo quer fazer o mesmo. Todo mundo diz que é uma plataforma… Mas a maioria está apenas no discurso.
  7. Não venda só o hardware. O iPhone é legal porque tem inúmeros programinhas (140.000 na verdade) disponíveis. Já vem com um botão Youtube. Você clica e acessa os vídeos. Só os meus amigos especialistas em mobile marketing me falam de aplicativos para outros celulares. Todo mundo me fala de aplicativos para iPhone.
  8. Se você tiver fãs, pode ter alguns (ou muitos) atributos fuleiros. Muita gente fez fila para comprar o iPhone e não era pela lista de funcionalidade que ninguém tinha.
  9. Coisa top dura. A navegação web no iPhone, lançado em 2007, é infinitamente superior a todos os celulares que já vi, inclusive uns top de linha lançados em 2009. Um iPhone 2G não faz feio até hoje. Qual celular de 2007 você ainda acha bonito hoje?
  10. Instalação de programas acessórios é cada vez mais importante. E precisa ser fácil. Instalar o Skype no iPhone é moleza. Mas eu penei para instalar e usar o mesmo Skype num Nokia N63 do meu pai. Fiquei impressionado com a dificuldade, acho que já estou mal acostumado.
  11. Dê poder ao usuário. Com o iPhone é muito fácil postar fotos no Flickr, vídeos no youtube. Muito fácil mesmo, a ponto do aparelho ser a principal máquina fotográfica do Flickr, e o número de vídeos uploadados ter aumentado enormemente no youtube depois do 3GS.
  12. Beleza é fundamental. O design é cada vez mais importante. Beleza visual e beleza funcional.
  13. É incrível, com o iPhone, eu fiz uma uma coisa que pensei nunca mais acontecer: comprar celular. Há tempos esperava a troca grátis da operadora e estava satisfeito. Agora gasto uma grana, onde não gastava antes e acho bom.
  14. Não queira agradar a todos. Os produtos vencedores polarizam as pessoas. E a Apple sabe fazer isso como ninguém.

3 motivos para você não ter um iPhone:

  1. Se todo mundo tem, não ter pode ser uma boa. Pense diferente :-)
  2. Você vai gastar bem menos tempo e dinheiro com celular
  3. A bateria dura pouco e a qualidade do sinal não é das melhores. Você tem celular (apenas) para falar no telefone.

E você, me conte sua lista.

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A Apple anunciou ontem o iPad, seu tablet, muito esperado por todos. O evento em si foi uma demonstração de marketing muito bem coordenado, desde o convite que não anunciava o que seria mostrado até a intensa cobertura na internet sobre o evento. Sou fã da Apple, uso iPhone e Macbook Pro e também gosto muito do Kindle, que foi declarado morto ontem por muitos.

Veja meus comentários sobre iPad, Apple, Kindle e outros possíveis impactos e me diga o que achou. Primeira pergunta: quero um? Sim, claro!

  • A Apple está sabendo usar excepcionalmente bem o que já construiu com produtos anteriores. O iPhone se beneficiou muito do iTunes store que antes vendia só musica e filmes para iPods e agora vende programas. Com o iPad todo esse ecossistema de apps para iPhone se torna mais útil e mais interessante.
  • Produto x Plataforma. A Apple se torna uma plataforma cada vez mais poderosa. Mais de 130 milhões de pessoas têm conta iTunes, com cartão de crédito conectado. Cada vez mais gente quer entrar nessa roda. Mais fácil para gastar dinheiro, e mais fácil para ganhar dinheiro. O interesse por desenvolver aplicativos para promover marcas ou para ganhar dinheiro vai aumentar. As empresas de celulares dormiram no ponto há tempos e parece que a Amazon demorou demais para abrir seu sistema Kindle para desenvolvedores externos.
  • Esse fator plataforma faz com que a força do iPhone e do iPod touch aumente, por incrível que pareça, uma vez que mais gente vai usar/acessar/comprar/pagar os serviços da iTunes e App stores.
  • Faz cada dia mais sentido lançar uma app do seu site, da sua empresa, do seu produto. As empresas/produtos de construções de apps para iPhone/iPad vão ter sua demanda muito aumentada. Eu quero ter uma app do meu blog, da minha empresa, dos nossos portais.
  • A Apple também está cada vez mais conseguindo vender computadores para quem acha que não gosta/entende de computadores. Simples, bonito e funcional atrai muita gente.
  • Um dos grandes problemas da Apple: é muito fechada, muito travada. O sistema do iPhone/iPad é muito mais travado do que de computadores até mesmo como os da própria Apple. Um sistema mais aberto, quem sabe baseado em Android para celulares e tablets possa ameaçar o poderio da Apple. Mas precisa ser algo fácil de usar, coisa que Apple e Google sabem fazer. E na minha opinião, Microsoft e Nokia não sabem, por exemplo.
  • Participação de mercado. Em computadores, ela detém uns 5% do mercado. Com iPhone e iPad pode aumentar sua participação até no mercado de computadores
  • Acho que vai ser um produto matador para anotações em reuniões, com texto, rabiscos e mapas mentais. Será um excelente substituto para agendas e planners. Taí uma oportunidade/ameaça para os fazedores de agendas especializadas – comecem a pensar em construir uma app para iPhone/iPad.
  • Outro uso fantástico será a apresentação de produtos em feiras, reuniões. Pode ser uma excelente ferramenta de vendas, auxiliando vendedores face-a-face com o cliente. Quando vi o produto comecei a pensar como eu poderia usar isso no meu trabalho, e feiras de negócios e reuniões/negociações me pareceu a primeira opção.
  • Consumo de mídia: leitura de blogs, vídeos do youtube, filmes mais longos, visualizador de fotos (como disseram: matou os porta-retratos digitais). Vai ser o melhor uso e o mais comum. Li em uns 2-3 lugares que o iPad vai salvar a mídia tradicional (revistas, tv, etc).
  • Acaba com o Kindle? Eu acho que não, pois o Kindle é excepcional para leitura de livros longos. O que todo mundo diz que ninguém vai deixar de ler livros longos para ler um ebook no computador, eu concordo e acho que é a mesma linha: não dá para comparar a leitura de texto no Kindle com um computador ou no iPhone. A tecnologia E INK é fantástica. Se alguém quiser vender um Kindle DX baratinho, eu quero um :-) E a Amazon vai continuar vendendo livros eletrônicos. A app do Kindle para iPhone vai (deve) funcionar no iPad.
  • A meu ver uma clara reação ao iPad, a Amazon anunciou hoje que terá uma nova opção de contrato, pagando 70% para a editora. Uma grande mudança (antes eram apenas 35%), mesmo que com alguns pré-requisitos. A Apple cobra 30% de comissão para vender Apps e deve cobrar o mesmo pelos livros vendidos no sistema anunciado como iBooks.
  • Um detalhe, vendo os materiais, o site, etc do iPad, aumentou minha vontade de aprender a usar o iWork, o Office da Apple.

O iPad é mais um passo de uma mudança na nossa vida, onde o computador está cada vez mais presente, em todos os momentos. Com um iPhone no bolso, um iPad debaixo do braço e laptop na mochila, computadores e internet vão fazer parte da nossa vida com a eletricidade faz hoje. Como bom teimoso e amante dos livros, acho que vou carregar o Kindle também.

A relação dos meus filhos com o computador (talvez eles nem entendam o que é isso direito, como não entendemos o que é o ar que respiramos e os peixes não sabem que existe água) vai ser muito diferente da minha e da dos meus pais.

Quero estar nessa. E acho que vai ser divertido. :-) E você, o que acha disso tudo?

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Edmour Saiani é um dos meus experts em varejo. Ele tem uma empresa chamada Ponto de Referência. Uma das coisas mais legais que ele faz é uma viagem a NRF (National Retail Federation), maior evento de varejo dos EUA, com uma turma do Brasil, além de trazer novidades e espalhar por aqui em consultorias, palestras, blogs e tudo mais.

Veja essa palestra abaixo, muito curta, muito bom humor e algumas perguntas legais para seu negócio.

Minhas perguntas, depois de ver esses slides do Edmour:

  • Cliente satisfeito ou gente feliz? O primeiro é um pouco difícil, talvez até mais do que o segundo.
  • Mesmice é um problema para você? Pra mim é :-)

Em 2010, quero ousar mais, pensar mais, ir mais longe, de forma diferente, única. Acompanhar @edsaiani me faz pensar que essa jornada é mais fácil.

Aproveite o fim de ano.

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Nook, da B&N, para você não pensar que o Kindle da Amazon está sozinho nesse mercado

Tenho visto muitas matérias sobre o Kindle, com opiniões sobre o aparelho e o futuro do livro, em especial sobre o futuro do negócio livro. Eu acredito que muita gente ainda não entendeu, ou não quer entender. Por outro lado, já tem gente se adaptando, se preparando para o futuro.

Um breve background sobre mim, que pode te ajudar a entender meu ponto de vista:

  • sou aficionado por livros, em especial de negócios
  • eu adoro ler, estudar, aprender – temas de meu interesse
  • gosto muito de tecnologia, em especial de gadgets, como iPhone, laptop, máquina fotográfica digital, e claro, Kindle :-)
  • trabalho com informação (no agronegócio), usando internet
  • acredito muito no potencial da internet, de levar informação ultra segmentada de forma instântanea

O que gosto no Kindle (e de outros leitores de ebooks):

  • tem muitas das vantagens de um livro: fácil de carregar, leitura confortável para os olhos, confortável para ler na cama, no sofá
  • tem muitas das vantagens da internet: acesso imediato a informação, sem custo de frete, sem risco do produto esgotar
  • está tornando muito mais fácil, rápido e barato editar um livro
  • está tornando mais fácil para novos autores difundir seu trabalho (e até ganhar dinheiro com isso)

O que ele pode mudar no negócio livro

  • a agregação de valor das editoras vai mudar, pois toda a logística de impressão e distribuição deixa de existir
  • a barreira de entrada para novas editoras diminui muito
  • a possibilidade de autores editarem seus livros independentemente, sem uma editora
  • maior facilidade para editoras ultra segmentadas surgirem (e darem certo)

O que se pode esperar de mudanças no Kindle (e outros leitores de ebook):

  • a concorrência vai aumentar, com novos modelos, com novidades, com preços mais baixos
  • hoje o Kindle é muito “travado”, com DRM nos livros, isso deve mudar rapidamente
  • a possibilidade de se emprestar um livro eletrônico, como já acontece com o Nook, da Barnes&Noble, vai se tornar mais comum
  • editoras vão lançar seus livros em vários formatos, como a O’Reilly Media já faz (na minha opinião a editora que melhor entendeu esse fenômeno), para Kindle, iPhone, PC e outros
  • os livros vão baixar de preço, inclusive com versões gratuitas (por tempo limitado, em versões limitadas, etc) como o Chris Anderson fez com seu livro Free, com sucesso
  • a rentabilidade das editoras tende a ser mais apertada, em especial das que se negarem a enxergar a situação atual
  • lançar o ebook antes pode ser uma estratégia de muito sucesso, mais rápido e barato, dependendo do sucesso, se imprime com uma tiragem maior ou menor

Sobre pirataria, me lembro de uma frase do Tim O’Reilly que disse algo do gênero: há uma coisa pior que pirataria, é o desconhecimento. Ele defende que os autores e editores (ele é provavelmente o editor mais famoso de livros de tecnologia nos EUA) entendam a pirataria como uma taxa/imposto progressiva. Você vai ter pirataria proporcional ao seu sucesso. Em outros casos, a pirataria pode até ajudar a divulgar seu produto. Ele é o editor que abraçou a ideia do livro como produto digital, por exemplo, lançou a cerca de 10 anos um serviço de assinatura mensal que te dá acesso a todos os livros da editora dele. Se chama Safari books.

Concorrentes:

  • Outras livrarias vão lançar, como a Barnes&Noble, com seu Nook
  • Empresas de eletrônicos vão lançar, como a Sony que já tem o seu, sem grande sucesso
  • Empresas de mídia vão lançar, nos EUA o Murdoch já falou sobre isso. Quem será o primeiro no Brasil?
  • A Apple pode (deve) lançar um tablet, computador de colo, algo como um iPhone do tamanho de um laptop, que é previsto como um grande concorrente do Kindle
  • Outras empresas, como o Techcrunh, um blog muito famoso que cobre startups nos EUA, que tem até um protótipo há meses, o Crunchpad.

Duas empresas brasileiras que estão lançando livros no formato eletrônico (Kindle inclusive):

Para ir além:

E você, qual sua opinião?

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