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Archive for the ‘bacana’ Category

Essa semana, meu amigo Marcos Rezende lançou um pequeno e-book sobre meditação, para empreendedores. Marcos é um amigo que aprendi a admirar, inclusive pelas diferenças. Ele é vegetariano, e eu sou um amante da carne vermelha, além de trabalhar diretamente com esse setor. O respeito e a confiança foram duas coisas fundamentais para que essa amizade a distância se fortalecessem, como é de costume em qualquer amizade.

Voltando ao livro. É excelente. Curto e consistente, logo você absorve o conteúdo em pouco tempo. E tem várias chamadas para os pontos mais importantes. Marcos lançou o livro grátis para visualização/leitura online e pago (R$8,90) para download. Outro item que gostei, pois tenho interesse em aprender mais sobre como funciona esse mercado de bens virtuais, na prática aqui no Brasil.

Gostei muito do livro, pois considero o assunto fascinante e fundamental, além de não ser bom no que o livro ensina. Uma ótima oportunidade para aprender. Abaixo meus principais pontos sobre o livro.

  • Harmonia e equilíbrio são características fundamentais da vida. E nos esquecemos muito disso. Se quero produzir muito, fazer a diferença, obter resultados, é fundamental estar em equilíbrio.
  • A ansiedade é um grande problema na vida moderna, e eu tenho grandes problemas com isso. Aprender a meditar pode ser um ótimo caminho.
  • Meditar é voltar-se para o centro. Meditar é focar em algo. Meditar é presenciar o momento. É descansar a mente, esvaziar os pensamentos. É parar um pouco.
  • Há três vícios que a meditação pode ajudar a superar: indisciplina, falta de concentração e apego ao controle. Quando li isso, me dei conta que meditar pode me ajudar muito mesmo, em especial aos dois primeiros pontos. Sou nota quase zero em disciplina e concentração :-)
  • A meditação pode aumentar o auto-conhecimento por meio da auto-observação. Liguei na hora com o livro Desafiando o Talento, que estou lendo agora e gostando muito. As pessoas de alto desempenho fazem isso com frequência e método.
  • Gerenciar a si mesmo é o primeiro passo para a liderança. E se conhecer ajuda a compreender o outro.
  • Como meditar em um parágrafo: 20-30 minutos por dia, de manhã, sozinho, sentado, com coluna e cabeça eretas. Vai ser difícil no início, mas lembre-se dos três vícios que você pretende combater :-)

Lendo o livro, me lembrei que chego a estados semelhantes a meditação quando viajo sozinho, sem som, sem interrupções e quando corro. Por isso a corrida me faz tão bem.

Ler esse pequeno ebook me fez lembrar uma frase/conceito que acredito muito: “a recompensa é a jornada”.

Me lembrei também da pergunta do Tim Ferris: “Você é ocupado ou produtivo?” E me lembro que sempre que tenho bons resultados, estou no segundo estágio. E como é fácil se enganar, ficando ocupado e não produzindo. Eu tenho esse problema, e tentar compensar trabalhando muitas horas não tem funcionado.

Autoconhecimento, autocontrole, compreensão, descanso, relaxamento, foco, concentração, realização, tranquilidade, serenidade, compaixão, discernimento, são alguns dos benefícios conseguidos com a prática da meditação.

Marcos acredita que é possível ter mais negócios bem estruturados, simples, coerentes e responsáveis, por meio da mediação. Interessante e faz sentido.

Engraçado que para meditar, você não precisa fazer nada. E isso é o mais difícil :-)

Vou aplicar esses conhecimentos do Marcos, compartilhados no ebook, para aumentar meu foco, concentração, autoconhecimento.

A raiz de tudo o que agimos, está dentro de nós e somente tendo ação, fala, pensamentos e emoções alinhados é que conseguiremos conquistar a liberdade e a excelência do que somos.

Outro tema que me veio a cabeça ao ler esse livro foi o conceito de fluxo. Há um livro fantástico chamado Flow, que fala sobre desempenho ótimo. E há algumas semanas conversei com o Marcos sobre um produto que ele está desenvolvendo e ele me falou que todo negócio é um fluxo. Entender esse fluxo, melhorá-lo, torná-lo mais livre, como um rio, é uma grande reflexão. E é uma das coisas que quero aplicar nos meus negócios em 2010. Quero ajudar as coisas a fluírem melhor.

Meditar vai me ajudar a me tornar mais sereno. Não mais calmo ou menos enérgico. Acho que essa é a grande chave. Alta energia, com foco e tranquilidade. Não é fácil, mas vou em frente.

Você pode ler o livro online, abaixo.

Outra fonte sobre meditação, é o Grupo Amma, indicada pelo meu amigo Leo Kuba. Pretendo fazer um curso deles em 2010.

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Li matérias nas duas revistas que mais gosto, The Economist e INC, sobre o mesmo tema: as mudanças que um novo tipo de tecnologia podem trazer para nossas vidas, num futuro próximo: impressoras 3D. Já existem e são cada vez mais baratas. A quem diz que em pouco tempo teremos uma impressora de coisas em casa, assim como temos uma jato de tinta ligada ao computador.

O que essas impressoras fazem? Tornam muito mais fácil você criar um produto único, com seu design, e produzi-lo mesmo. Talvez daqui um tempo será tão fácil vender uma mesa desenhada por você, como é hoje vender uma música em MP3, ou usando o iTunes.

Algumas tendênciass relacionadas a essa novidade:

  • Maior proximidade do designer e do cliente final.
  • produção distribuída, customização ou individualização em massa.
  • Facilidade de você se tornar um produtor, e não apenas mais consumidor.
  • Estímulo a negócios pequenos, segmentados, especializados.
  • Customização da sua casa, do seu escritório, num nível nunca visto. Você não vai mais precisar comprar uma escrivanhinha igual a de todo mundo na TokStok.
  • Aceleração da tendência de se buscar comprar de quem conhecemos, confiamos e somos próximos (mesmo que virtualmente).
  • Diminuição da barreira entre empresas com enormes fábricas e artesãos digitais.
  • Aumento das ofertas de produtos que atendam ao mercado “faça você mesmo”, ou DIY, como é chamado nos EUA, que tem entusiastas como Tim O’Reilly (que sou fã).

Achei interessante também porque é uma evolução do que acontece nos negócios “digitais”, como música, jornalismo, e agora livros. A revolução que estamos passando no mundo da música inicialmente pode acontecer, em diversos graus, com produtos totalmente físicos.

A matéria da INC inclusive cita que um dos motivos do sucesso da Threadless nos EUA (e Camiseteria no Brasil) – você pode criar um produto.

A revista The Economist fala de impressoras 3D cada vez mais baratas e cada vez mais capazes. Em pouco tempo você poderá imprimir um celular, por exemplo. Hoje você pode imprimir um rack para vinhos, feito de madeira, ou um colar de couro, todo recortado, estiloso e único.

A INC fala muito sobre uma empresa da Nova Zelândia, chamada Ponoko, que fornece a rede e site (pense no iTunes da Apple para música, ou o site da Amazon para venda de livros do Kindle) e aluga as impressoras laser 3D, por minuto. Se você é um designer, faz o upload do arquivo e coloca para vender. Só é produzido depois de vendido. Já tem alguns designers ganhando a vida (barata) assim.

Eu achei muito bacana, e serve como um alerta e um estímulo para pensarmos nos nossos negócios e nas mudanças que a tecnologia ainda vão nos trazer. Hoje a grande estratégia é terceirizar sua produção para a China, em larga escala. Amanhã poderá ser produzir algo totalmente personalizado, “impresso” aqui em Piracicaba, comprado por mim, de um designer no interior de Angola.

Me lembrei também de uma entrevista de um alto executivo das Havainas, que perguntado se não era muito caro fazer tantas personalizações das sandálias, ele respondeu “caro é o que não vende”. Talvez ainda vamos ver personalização em outro nível: o individual.

É a atomização do Made in China, espalhando por dezenas de milhares de lugares do mundo. Podemos achar loucura hoje, mas será que não é a mesma loucura que Henry Ford achou quando sugeriram que ele produzisse carros em outras cores, que não preto, mas um pouco mais caros?

Para ir além:

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Participei no último sábado, dia 14 de novembro do TEDxSP, um evento no formato do TED que acontece na Califórnia todos os anos, sempre lotado, com fila de espera e mais de US$ 4.000 de inscrição. Esse aqui foi gratuito, realizado com o suporte e permissão do TED, mas independente. Foi um dia e tanto, muito cansativo para o cérebro. Abaixo minhas anotações, palpites e reflexões.

O que faz um evento de sucesso

Hoje, com muita informação, com a internet, com tudo disponível, é ingênuo achar que um evento vai te trazer muito conteúdo novo. Se isso acontecer, você deve estar pouco informado. Me lembrei da pergunta que fiz ao Tim O’Reilly no início desse ano, sobre como o evento dele ia ganhar dinheiro, se estava colocando (quase) tudo de graça na web. Ele me disse, bem resumido: evento de sucesso é: conteúdo, mas também é curadoria (misturar e ordenar muito bem os temas/palestrantes) e é experiência.

O TEDxSP foi isso, uma experiência de passar um dia inteiro (de 07:30hs as 20:30hs num sábado) convivendo, ouvindo, vendo, falando, pensando e refletindo sobre o que o Brasil tem de melhor. O que o Brasil tem a oferecer para o mundo. É lógico que o Brasil tem muito a oferecer, mas como temos muitos e muito grandes pepinos também a resolver, já viu, falamos/pensamos no dia-a-dia quase que só sobre os problemas. O TEDxSP conseguiu abrir uma janela nessa nossa rotina. Por isso a sensação de 99% do público era muito boa durante e depois do evento.

O que eu não gostei muito

O evento não foi perfeito, e como um bom (e chato) observador, anoto aqui. Muita gente usando o twitter para repetir o que o palestrante dizia, sem comentar, sem conversar. Parecia que muita gente estava ali vendo, mas não refletindo.

Eu também achei o público muito focado em publicidade/comunicação e em grandes empresas. Pouco diverso. E me surpreendi quando me falaram que tiveram apenas 1.000 e poucos (1.300, sei lá) inscritos. Para um evento gratuito, com 700 vagas, me pareceu pouco. E eu que fiquei bem encanado que não seria convidado… :-)

Vários palestrantes não respeitaram o tempo estipulado. Do terceiro andar do teatro, de onde estava, dava para ver o relógio piscando 00:00. O primeiro palestrante, que era da Superinteerssante, falou uns 15 minutos quando tinha 5… Tudo bem qu eeu já tenho uma certa implicância com a revista… O que já li deles, sobre temas que entendo (carne bovina) tinha muita bobagem. Parecia uma matéria que estava pronta antes de entrevistar os dois lados. Outras palestras também não foram boas, teve uma que um amigo descreveu como a leitura dos folders de três ONGs.

E um dos palestrantes, o Luiz Algarra, brincou que não existem talks no TED, o palestrante não conversa, não escuta, apenas fala. É uma verdade.

Mas eu acho que esses detalhes são pequenos perto do que o evento conseguiu fazer.

A organização

O pessoal da organização deu um show. Usaram o know-how do TED americano e deram um toque brasileiro. Tudo funcionou bem, desde o email de boas-vindas, com todas as informações, enviado dois dias antes. Além disso, pude conhecer mais o pessoal da Colméia, que trabalha entre outras coisas com vídeos online. É uma empresa com uma cara, cultura diferente. O pessoal é gente boa, amigo, sem pressão. Achei muito bom mesmo. Outr acoisa legal é que algumas empresas (entre elas a Batuq) fizeram um makeup dos PPTs, que estavam impecáveis. Coisa rara de se ver. E alguns nem usaram PPT, o que surpreende ainda mais.

Três pessoas da organização, além do apresentador do evento, falaram no palco. Todos me pareceram extremamente dedicados ao tema, a proposta. Tinha mergulhado de cabeça na ideia do TEDxSP e colocavam ali todo seu ser. Uma das melhores surpresas foi a palestra do estagiário do TED, de 17 anos, que fez uma palestra empolgante, animada e com conteúdo. Seu pedido: vamos ajudar a traduzir os mais de 500 vídeos em inglês do TED para o português.

As palestras que mais se destacaram (e me marcaram)

As palestras que mais me marcaram foram as de:

Guti Fraga, pela emoção de falar do projeto Nós do Morro (no Vidigal, RJ/RJ). Ele estava muito emocionado e falou coisas muito legais como: ajudar os outros é muito bom, todo esse projeto ajudou muita gente, mas me ajudou muito mais.

Professora Adozinda, uma professora de 92 anos, exemplo de dedicação, amor a profissão, alegria. Ela finalizou fazendo quadrinhas sobre o que é ser professora. Uma das coisas mais legais que já vi sobre educação. Muito bom mesmo ver alguém com essa idade e esse estado de espírito.

Osvaldo Stella, por deixar o PPT de lado, e fazer a palestra no improviso. Ele disse, se eu chorar mais, vou desidratar. Pessoal que fez o PPT, muito obrigado, mas não vou usar isso, vou contar minha história. E mandou muito bem, contou sua história de vida, entremeando com a questão ambiental. E falou uma série de coisas muito longe do discurso chato de eco-xiitas. O cara tem conhecimento, e falou com o coração. Surpreendeu.

Regina Casé, também pela alegria e energia de falar de um assunto que ela adora: perifieria, cultura, gente. Contou histórias super legais e divertidas, e junto mostrou um lado diferente do Brasil. Outra coisa legal, é a globalização da cultura de periferia. O que acontece no Pará é parecido com o que acontece em Angola, México e até subúrbio de Paris. Contou uma história de menino com síndrome de down na favela que tinha uma vida com muito mais inclusão do que um menino rico, que seria isolado. Regina Casé fala negão, preto, viado. Não importa o que você fala, mas como você fala. Como ela tem paixão, emoção, carinho por tudo isso, não soa estranho. Deve ser difícil um chato politicamente correto entender. No site dela tem uma frase que me identifiquei “É muito trabalho, mas é isso mesmo que eu quero na vida. Fazer boas coisas e me divertir com elas”. Deixou um link extra para o pessoal do TEDxSP.

Fábio Barbosa, por falar de ética e por acreditar que dá para fazer um Brasil melhor trabalhando direito. Fábio ´eum dos maiores executivos do Brasil, e o principal a carregar essa bandeira. “Não dá para ir bem num país que não vai bem”. Deu o recado de que uma empresa pode fazer diferente. “Resultado sim, mas precisamos focar nosso impacto”. ” Se precisamos comprar de quem vai contra a lei para ter resultado, não dá”. “Não tem mais on e off. Estamos sempre on”. A transparência não é mais uma opção, mas a realidade nua e crua. “O que você faz no dia a dia, transforma o Brasil de alguma forma?” “Diversidade gera pontos de vista diferentes, e a possibilidade de pensarmos melhor. Achamos muito inteligentes quem pensa como nós e o oposto acontece”. “A reforma mais importante não é a política, etc. É a reforma moral”. “Melhoramos como consumidor de produtos, mas não como consumidor de cidadania. Ainda votamos errados. Não deixamos um mundo melhor para nossos filhos, mas filhos melhores para o mundo.” Escrevi um post bem completo de uma palestra excelente do Fábio Barbosa que assisti ano passado.

Casey Caplowe, da revista GOOD, dos EUA, também fez uma palestra muito boa. A Good é uma revista para quem quer viver bem, fazendo o bem. Achei interessante o conceito. Veja o site da revista GOOD. Ele falou algumas coisas bem legais, como: “America: ame-a ou deixe-a”. Tiraram o deixe-a e colocaram arrume-a. Muito bom, acho que podemos fazer o mesmo com o Brasil. Eu fiquei com uma impressão de que eles fazem uma revista que consideram top, que consideram que vai fazer a diferença, e não querem fazer uma coisa enxaguada, imbecilóide, para vender para mais Homer Simpsons. Os EUA têm uma classe de gente criativa, empreendedora incrível. Outro conceito que gostei muito foi o de produzir algo que seja awesome, ou incrível, especial. Ele citou um artigo que falava justamente sobre isso como maneira de enfrentar a crise e a concorrência. Acredito demais nisso.

Todas essas palestras, de alguma forma me emocionaram. Também gostei muito da palestra sobre o projeto Many Eyes, da IBM, que facilita muito mostrar dados de uma forma fácil de se ver. E várias outras foram bacanas, vale a pena acompanhar o site deles e esperar pelos vídeos.

O que faz uma palestra de sucesso

Revendo minhas anotações (tweets) e refletindo sobre o evento, chego mais uma vez a conclusão que uma boa palestra é feita de emoção. É feita de histórias bacanas, que te tocam. Teve uma menina que conseguiu fazer uma palestra legal sobre substâncias químicas no resíduo da banana par adespoluição de água. Amazing!

Também cheguei a conclusão que para fazer uma ótima palestra, com muit aemoção e com ótimas histórias, é preciso ter investido muitas e muitas horas da sua vida naquela assunto. Talvez as 10 mil horas do Malcom Gladwell. E você só vai conseguir investir esse tempo todo e ainda falar com o coração de um assunto que goste muito, muito mesmo. Tem que ser o assunto da sua vida. É claro que um PPT template pode arruinar sua apresentação e que existem muitas e boas técnicas sobre como apresentar bem, que podem ser treinadas e aprendidas (é fácil), mas isso só não basta. É o complemento.

Principal conclusão do evento

Por incrível que pareça, a principal conclusão do evento é o amor. Várias pessoas falaram de formas diferentes sobre o amor. Sobre querer bem os outros. Um dos primeiros disse: “se você está aqui hoje, é porque alguém, um dia, cuidou de você”. Eu vi gente falando ou pulsando no palco sobre amor ao próximo, amor a educação, amor a profissão, amor ao que faz, amor a arte, amor a música. Ainda relacionando ao tópico acima, as melhores palestra foram sobre temas que os palestrantes realmente amavam, a ponto de dedicar toda sua vida nisso. Parece piegas, mas foi o principal que levei para casa. Me lembrei de uma frase do Peter Drucker, citada pelo Jim Collins, na INC500: “Não se preocupe em sobreviver, não se preocupe em ser bem sucedido. Se preocupe em ser útil”.

Tribal Leadership e o TEDxSP

No momento estou lendo (na verdade ouvindo o audiobook) um livro chamado Tribal Leadership, onde o autor fala de 5 tipos de tribos, cada uma com suas caracteríticas. A cada tribo, cada degrau, você vai mehorando, tendo uma vida mais plena e também produzindo mais, em especial em grupo. O quinto nível tem o nome de “Life is great”, onde os integrantes da tribo pensam de forma abundante, não tem inimigos ou concorrentes, trabalham por um sonho maior. E com isso conseguem realizar muito mais. O autor diz que são muito poucas empresas qu estão nesse nível.

Ao sair do TEDxSP, estava com uma sensação muito boa. Uma sensação de que a vida era boa. De que há muita gente boa no Brasil. De que é possível construir algo melhor aqui. Eu acho que o TEDxSP conseguiu, pelo menos por algumas horas, dias, a construir esse sentimento em muitas pessoas. Não foi a informação que cada palestrante passou, mas o clima, a energia, a emoção de todo aquele dia, do espírito das pessoas. Pode sair algo muito bom daí.

Um evento muda alguma coisa?

Dessa minha relação meio maluca do TEDxSP com o nível 5 do Tribal Leadership, fiquei me perguntando: será que um evento consegue mudar as pessoas? Minha resposta é não. Não é o evento que vai mudar as pessoas. Mas cada um, que estiver pronto, estiver querendo mesmo mudar, pode mudar pelo que viu, mas principalmente pelo que pensou, refletiu e decidiu fazer. E olha que eu sei que é difícil mudar. Tem um monte de coisas que quero mudar em mim, e estudo, leio, tento, converso, e as coisas andam mais devagar do que eu queria.

O TEDxSP vai me mudar? Não. Mas as coisas que eu fizer com o TEDxSP podem me mudar sim.

Feedback

O que você achou dessas minhas reflexões sobre o TEDxSP? Gostaria muito de saber sua opinião.

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Estamos aqui no teatro Mooca, iniciando o TEDxSP. Vou tentar postar impressões ao vivo. Só há dois dias na vida que não se pode fazer nada: ontem e amanhã. Apresentador do TED pede que hoje se aproveite o hoje, em cada momento. Primeira performance foi do pianista Vitor Araujo.

Para ver fotos, acesse mcavalcanti.posterous.com

Para ver os tweets, acesse twitter.com/mcavalcanti

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TEDxSP

Amanhã, sábado 14-11-09, vou participar do TEDxSP, primeira edição independente do TED realizado em SP. Estou com uma altíssima expectativa do evento e acredito que eles vão se superar. Eu nem sei direito como consegui um convite. O time de palestrantes está excelente, diferente de qualquer evento que já fui. E a organização parece estar cuidando de todos os detalhes. Vou tentar blogar e twittar do evento. Vamos ver se consigo.

Sobre o TEDxSP (por eles mesmos)

O TEDx São Paulo é uma conferência sem fins lucrativos que reunirá mais de 30 pensadores de áreas de conhecimento tão diversas quanto arte e tecnologia, ciência e negócios, para falar sobre suas melhores ideias em palestras com duração de 5 ou 15 minutos. O tema desta primeira edição do evento será: O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje?

Programa

Fabio Colletti Barbosa paulistano acredita que é possível fazer negócios e ao mesmo tempo cuidar das pessoas e do meio ambiente. Presidente do grupo Santander Brasil, começou a implantar sua estratégia de sustentabilidade nos negócios no ano 2000, no Banco Real, que hoje faz parte do grupo. São ações como linhas de crédito para empresas que querem se adequar aos padrões ambientais e a retirada de companhias que prejudicam o ambiente de sua lista de clientes. O plano virou objeto de estudo em Harvard e rendeu ao Real diversos prêmios na área de sustentabilidade. Como presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fabio leva o conceito de empresa socialmente responsável para além do grupo que preside, influenciando todo o mercado de forma positiva. Um de seus lemas é o ganha-ganha-ganha, ou “dar certo, fazendo a coisa certa, do jeito certo”.

Francisca Simões Cavalcanti é Engenheira Agrônoma, pós-graduada em Fitotecnia pela Universidade Federal do Ceará, fundadora do Horto de Plantas Medicinais da UFC. Esteve a frente da curadoria do Herbário Prisco Bezerra-EAC da UFC por 17 anos, onde realizou expedições de coletas botânicas pelo nordeste. Sua maior missão é trazer informações comprovadas cientificamente sobre a ação farmacológica das plantas medicinais.

Danilo Mendes é Publicitário e abandonou o universo das grandes empresas para participar da fundação de uma start-up em um segmento cada vez mais crucial para o mundo: a água. Em seu trabalho na Brahma e na Tetrapak e, posteriormente, no mercado de tecnologia, na Nokia, na Siemens e na LG, Danilo foi se especializando na área de marketing e vendas, desde a concepção do produto até o canal com o consumidor. Em 2007, ele decidiu aplicar esses conhecimentos em uma nova empresa, que fundou com quatro sócios: a HNF Water, que produz soluções inovadoras em água.

Samara Werner abandonou a carreira de desenvolvedora de sistemas em uma grande empresa para atuar na área de educação. Hoje, é Diretora de Projetos do Oi Futuro, instituto que investe na tecnologia da informação e na comunicação como forma de promover o desenvolvimento das pessoas.

João Paulo Cavalcanti é Publicitário e está sempre de olho no que está acontecendo de novo no mundo. Fundada com outros sócios, sua agência, a BOX1824, é uma das principais empresas de pesquisa de mercado e tendências de comportamento de consumo da América Latina. A BOX usa técnicas novas para detectar o que as pessoas pensam e desejam, especialmente nos mercados emergentes do BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China.

Anisio Campos é uma lenda viva do automobilismo brasileiro. Ex-piloto, ele tem 60 anos de experiência no design e construção de carros. Seus desenhos trazem uma forte marca pessoal, se diferenciando do que existe no mercado de massa. Anisio foi responsável por projetos ousados, como o primeiro bugue nacional, fabricado pela Kadron, o Puma DKW, o carro de corrida Hollywood Berta, e o Carcará, recordista brasileiro de velocidade em linha reta. Entre os projetos mais recentes, estão os modelos 828 e 012, desenvolvidos para a Obvio!, empresa brasileira de compactos para três pessoas.

Valério Paz Dornelles inventou uma nova forma de levantar paredes – e sua inspiração foi o filho de 7 anos brincando com Lego. Criado em 2000, o novo sistema de construção era baseado em tijolos de tamanhos diferentes, que podem ser encaixados da mesma forma que as peças do brinquedo. Isso reduz o tempo de levantamento de paredes pela metade e evita o desperdício de materiais.

Maria Alice Setubal é Socióloga, mestre em ciências políticas pela USP e doutora em psicologia da educação pela PUC-SP. Atualmente, se divide entre a diretoria do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) e a Fundação Tide Setubal. Filha de um dos banqueiros mais poderosos do país, Olavo Setubal, preferiu dedicar-se em tempo integral à educação, encarando a dura realidade de um trabalho que caminha como uma urgente demanda da desigualdade social. Sem cair no assistencialismo, procura colocar a comunidade à frente da busca por soluções.

Sandro José de Souza é Biólogo, graduado pela Universidade Federal do Paraná (1989) e Doutor em Bioquímica pela Universidade de São Paulo (1993). De 1995 a 1998, foi Pew Latin American Fellow na Universidade de Harvard. Atualmente é membro associado do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer. Na área de Genética, trabalha com ênfase em Bioinformática e Genômica, atuando principalmente nos seguintes temas: câncer e evolução molecular.

Roberta Faria é Jornalista, co-fundadora da Editora MOL, que desenvolve soluções customizadas de comunicação por conteúdo, produzindo jornalismo e design para atender a estratégias e necessidades de informação e entretenimento de seu público. Com a revista Sorria, lançada em 2008, inaugurou um modelo de negócio que contraria as regras do mercado e os modelos editoriais.

Antônio Veiga é mestre em Psicologia Clínica, pela PUCRS. Atualmente, é Diretor do Instituto de Psicologia Clinica e Pesquisa no Desenvolvimento Humano e Professor de Pós-Graduação. O ensino tem como foco seu método de terapia de revivência transpessoal (TRT), a partir de uma técnica, também própria, de regressão de memória. Seu estudo envolve um levantamento minucioso das possibilidades psíquicas (mentais, emocionais, intuitivas e somato-sensoriais) do ser humano através de diferentes estados ou graus de consciência. Já nos momentos de folga, prefere escrever crônicas e dedicar-se à sua coleção de minerais.

Adozinda Kuhlmann, ou Dona Adozinda, como é conhecida, traz 75 anos de experiência como educadora. Aos 92 anos, ainda leciona, dando aulas de reforço e trabalhando com a alfabetização de pessoas com deficiência física e mental. Seguindo as lições de seu pai, faz tudo com o máximo de dedicação, persistência e entusiasmo. Também escreve poesias e letras de musica, sendo que duas foram feitas especialmente para os cantores Zeca Pagodinho e Roberto Carlos.

Osvaldo Stella é Engenheiro Mecânico, Doutor em Ecologia e atua como Coordenador de Projetos do Programa de Mudanças Climáticas do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). Ambientalista atuante, acumula diversos projetos de pesquisa com foco em Planejamento Energético e Mudanças Climáticas. Entre eles, um Projeto Piloto na Estação de Tratamento de Esgoto de Barueri (SP), que estuda a geração de energia elétrica a partir de biogás de tratamento de esgoto.

Denis Russo Burgierman é Jornalista. Trabalhou como Diretor de Redação da revista Superinteressante e esteve à frente de projetos especiais da Editora Abril. Assinou matérias polêmicas, que apresentavam temas como a homossexualiadade com base na vasta diversidade de comportamentos sexuais entre os bichos.

Carlos Buby é Babalorixá, nascido em berço católico, no interior de Alagoas. Aos sete anos, migrou com sua família para São Paulo. Desde jovem, despertou para a música e em 1967 ganhou o primeiro e terceiro lugar do I Festival Colegial da Música Popular Brasileira, com duas músicas que foram em seguida censuradas pelo regime de exceção. O fato causou uma tremenda frustração que levou Carlos Buby a ingressar na Umbanda em busca de respostas existenciais e de espiritualidade.

Eduardo Moreira é Filósofo, graduado pela UFMG, Ator, Diretor e Fundador do grupo Galpão de teatro, sediado em Belo Horizonte. O Galpão é um dos grupos mais conhecidos do Brasil, principalmente por sua pesquisa de teatro de rua e de linguagens populares.

Casey Caplowe é Co-Fundador da Good Magazine, revista com conteúdo voltado a pessoas que querem viver bem e fazer o bem. Em 2006, o titulo foi considerado um dos lançamentos mais “quentes” do ano por Samir Husni, mais conhecido como Mr. Magazine, um dos maiores peritos em revistas do mundo.

Luiz Algarra é Designer de Redes Sociais e Consultor Organizacional. Sempre atuou como pioneiro em comunicação, rádio, TV e Internet. Quando a discussão em destaque era a Constituinte, articulou, montou, colocou no ar e divulgou na imprensa a TV LIVRE-CANAL Sorocaba: a primeira emissora clandestina de grande abrangência no Brasil. Atualmente, é membro-fundador da Papagallis, uma rede de pessoas que trabalha para que as pessoas encontrem a partir de suas individualidades, fluxos de ação harmônicos, ainda que não haja consenso entre ideias e opiniões.

Ronaldo Lemos é Diretor de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas e do Creative Commons Brasil. Mineiro, de Araguari, é o único latino-americano entre os nove integrantes da cúpula do Creative Commons. Entre seus livros publicados, estão “Direito, Tecnologia e Cultura”, além do “Tecnobrega: O Pará Reinventando o Negócio da Música”.

Paulo Saldiva é um Cientista militante que pesquisa os impactos da poluição urbana na saúde dos cidadãos. Saldiva é chefe do serviço de patologia do Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da USP e coordenador do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental do CNPq. Desloca-se para o trabalho de bicicleta atravessando as principais veias da cidade de São Paulo, pois acredita que assim economiza tempo e ganha saúde.

Regina Casé nasceu num dia de Carnaval, no bairro de Botafogo. Fez faculdade de comunicação, filosofia e história – mas não concluiu nenhuma. Preferiu seguir carreira de atriz. Fundou o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone nos anos 70, ganhou o prêmio Molière aos 23 anos com a peça Trate-me Leão. Entre seus sucessos como atriz destaca-se a estréia de TV Pirata, em 1988, que revolucionou o humor na tv brasileira. Tinha ao seu lado, entre outros, Guel Arraes, Luís Fernando Veríssimo e os integranes do Casseta e Planeta. Em 1989, conheceu o pesquisador Hermano Vianna. Foi o início de uma virada na carreira. Juntos, ele criaram um grupo de estudos e parcerias profissionais que fizeram Regina mudar o foco do seu trabalho – da arte para a antropologia. E foi daí que nasceu a nova fase produtiva: Brasil Legal, Muvuca, Central da Periferia.

Flavio Deslandes é um Designer carioca radicado na Dinamarca desde 2000, Flávio Deslandes já criou mais de dez tipos de bicicleta com bambu nativo do Brasil colhido a dedo e talhado a mão. Ao longo de anos, Flávio desenvolveu máquinas, ferramentas e processos especiais para trabalhar com bambu. Um dos modelos de bicicleta que desenhou possui quadro, canote, guidão e até paralamas em bambu.

Guti Fraga é Jornalista, Ator e Idealizador do projeto Nós do Morro. Guti trabalhava como ator e diretor de cena, quando, em 1986, decidiu montar um grupo de teatro com jovens moradores da favela do Vidigal. Começou dando aula para uns poucos alunos num centro comunitário comandado por um padre austríaco-alemão e hoje mantém uma companhia teatral e um teatro de 50 lugares, além dos cursos de formação em artes cênicas (atores e técnicos) e cinema (roteiristas, diretores e técnicos)

Fernanda Viégas é Pesquisadora e Designer Computacional, Fernanda Viégas especializou-se em transformar informações e estatísticas em gráficos super visuais. Representante de uma disciplina apelidada de data visualization (visualização de dados), um de seus projetos mais importantes foi o desenvolvimento do site Many Eyes.

Silvio Meira é um dos maiores Pesquisadores de Engenharia de Software no Brasil, é Cientista-chefe do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), instituto de inovação privado e sem fins lucrativos que atua na área de tecnologia da informação e comunicação com duas frentes: desenvolvimento de produtos (em áreas como TV Digital, mobilidade, aplicações de web, open source e inteligência artificial) e incubação de empresas (já criou mais de trinta novas empresas de TI).

Milena Boniolo é Química e concentra suas pesquisas na descontaminação de águas. Em 2006, ganhou o Prêmio Jovem Cientista do CNPq por um estudo que propôs uma solução simples e barata para limpar metais pesados da água: o uso da casca de banana. As bananas são cortadas em pedaços pequenos, expostas ao sol e depois batidas e passadas em peneiras. O pó obtido limpa íons de urânio, e outros metais pesados, da água.

Augusto de Franco é Escritor, Consultor e um dos netweavers da Escola-de-Redes, uma rede de pessoas dedicadas à investigação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving. Carioca, intelectual e militante na época da ditadura militar, envolveu-se com projetos de ação social. Trabalhou com Betinho e Ruth Cardoso. Autor de 20 livros, como “Capital Social”, “Por que precisamos de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável”, “Alfabetização Democrática”, “Escola de Redes: Novas Visões” e “Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede”. Mais sobre o escritor em seu site.

Vídeo de apresentação

Se você também vai, quero te conhecer. Se você não vai, vou tentar postar novidades por aqui. :-)

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Acabei de assistir a primeira parte do primeiro DVD do box “O poder do mito” de Joseph Campbell. Há tempos me interessava em conhecer mais sobre esse autor, mas nunca dava certo. Há algumas semanas, meu amigo Eduardo Carvalho me indicou o DVD e por impulso comprei o box no mesmo dia. Hoje consegui assistir com calma, tomando um vinho, a primeira parte.

Joseph_Campbell

É impressionante, Campbell tem um conhecimento profundo do ser humano. Ele estudou inúmeras religiões, mitos, crenças, culturas e explica com uma didática incrível suas semelhanças.

Ele mostra, de forma muito humilde, que o homem, há milhares de anos, nos mais diversos lugares do mundo, busca as mesmas coisas, tem os mesmos medos, precisa vencer os mesmos desafios. É interessante perceber que nossa vida atual difere pouco, na essência, dos índios norte-americanos há mais de 100 anos. Dá uma ótima reflexão sobre a vida.

Algumas anotações que fiz, desse entrevista de cerca de uma hora.

  • Todos nascemos heróis. Nascer é um ato, uma passagem heróica. Inclusive para a mãe.
  • O herói muitas vezes se sacrifica, logo além de admirar, devemos sentir pena. Não é tão bom assim ser herói. Se paga um preço por isso.
  • Todas as religiões têm grandes semelhanaças.
  • O herói se transforma pelas provações que é submetido.
  • Star Wars é um filme inspirado nos livros e conceitos de Joseph Campbell. Ele usa muito dos conceitos do que é um herói, etc. Talvez por isso fez tanto sucesso (inclusive comigo, que sou um grande fã).
  • No filme Star Wars, o Jedi ganha uma espada, mas também ganha uma missão, um compromisso psicológico.
  • A frase no final do primeiro filme da série “Use the force”, marca muito. E Campbell comemora a habilidade de George Lucas usar um conceito milenar numa linguagem que adolescentes de hoje entendem e apreciam.
  • O herói suporta o desafio do tamanho que o ambiente mostra, e vice-versa. Ou seja, a provação, o teste é audacioso, mas não impossível.

star-wars-poster

  • O filme Star Wars se passa no espaço pois atualmente o planeta inteiro está conquistado, é conhecido. Precisamos ir ao espaço para encontrar o desconhecido. Há 50 anos isso era diferente, ainda havia muitas partes do mundo desconhecidas, inexploradas.
  • Me lembrei muito do filme Matrix, das escolhas, das duas pílulas, das duas realidades.
  • Associei as provações que o herói passa, dos desafios, das dificuldades descritas por Campbell, com as dificuldades de se empreender nos negócios. Talvez tenha alguma ligação e talvez por isso (me) atraia tanto.
  • O grande desafio é viver dentro do sistema, se deixar de ser humano.
  • Quando as pessoas encontram sua motivação interna, o que as anima, elas se acertam.
  • O dragão europeu é um símbolo da cobiça. O interessante é que ele geralmente guarda ouro e moças virgens, duas coisas que guarda, conserva, preserva, mas não usufrui. Talvez o mesmo ocorra com qualquer coisa que prendemos com nossa cobiça: temos, mas não aproveitamos.
  • O dragão é nosso ego. Nos prendemos dentro de nossa própria jaula.
  • Não é preciso salvar o mundo. Quem se salva, salva o mundo por tabela. O mundo é um deserto, devemos focar nas pessoas, em especial em nós mesmos.
  • O atleta performa quando está calmo, quando está no seu “centro”.
  • Buda não diz qual a resposta, mas mostra o caminho. E cada um precisa encontrar o seu caminho.
  • As igrejas são uma forma de te proteger da “loucura” do dia-a-dia. Dentro delas você encontra imagens, sons, iluminação que te acalma, que te levam a desacelerar, a refletir, a meditar.

Gostei muito dessa primeira parte e vou em breve assistir os próximos.

Uma coisa muito legal do Joseph Campbell é que ele criou sua carreira. Decidiu que seria professor de mitologia, só que essa cadeira não exisitia. Ele não desistiu. Estudou, batalhou, até conseguir. Se tornou o maior especialista do mundo no tema.

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Eu cada vez mais uso técnicas como essa (sem esse refinamento e qualidade, é claro), para anotar minhas ideias. Tem funcionado bem demais.

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