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Posts Tagged ‘negócios’

O Twitter lançou ontem um guia básico de uso do serviço, para negócios. A apresentação, em inglês, é simples e curta. E bem interessante. Achei muito válido o slide 11, com dicas de boas práticas.

Se você ainda não usa, vale a pena dar uma olhada.

Já escrevi outros posts sobre o Twitter:

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Tenho lido bastante ultimamente sobre essa longa discussão sobre o fim dos jornais, sobre blogueiros x jornalistas. Alguns comentários pessoais sobre esses temas.

Os jornais vão morrer. Não porque não sabem fazer notícias, mas porque estão no negócio errado. Ainda estão no negócio do papel/impressoras, da distribuição milionária (você já imaginou o trabalho que dá fazer chegar um jornal na sua casa as 06:00hs da matina todo dia?), do controle/monopólio da informação. O mundo hoje é outro (ler abaixo). Parece que nem a Wired percebe isso.

A notícia, a reportagem, o jornalismo vão crescer ainda mais. Um ótimo exemplo é o site Techcrunch. Era chamado de blog, não sei como definir um blog, um site, um portal. Os caras tê um staff relativamente grande e de excelente qualidade. Fazem conteúdo top, como ninguém na área deles. Vendem publicidade, fazem eventos. Têm uma comunidade de pessoas que acompanham e adoram o trabalho deles. Não sei o que vai acontecer com o negócio mídia, publicidade, etc. Eu apostaria que o Techcrunch vai continuar fazendo sucesso. Um novidade, os caras estão estudando lançar uma versão de kindle – ipod touch – netbook. Com a cara deles, e que vai funcionar animal (minha opinião). Enfim, é uma empresa antenada no que acontece hoje no mundo, não tapam o sol com peneira.

Jornalistas bons são raros. Tenho dado várias entrevistas sobre o Kindle. Acho que sou um dos poucos brasileiros que tem um, que escreve bastante sobre isso, logo muita gente me acha fazendo uma busca no google. Em várias entrevistas que dei a jornalistas, teoricamente especializados em tecnologia, as perguntas foram básicas demais. Se tivessem lido 1-2 posts que escrevi, teriam muito mais info do que obtiveram fazendo perguntas rasas. É claro, há exceções.

Jornalistas “top” ainda fazem a diferença. Ler uma Miriam Leitão, Dora Krammer, Noblat, faz a diferença. Eles entendem do assunto, têm acesso direto e livre com as pessoas mais importantes. Têm experiência. Com isso, conseguem produzir textos que valem a pena ler, mesmo quando temos pouquíssimo tempo (quase sempre). Meu hábito de ler jornal é cada vez mais restrito a ler as análises dos colunistas que gosto. Ler matérias e mais matérias que me parecem enche linguiça, escrito por alguém que entende pouco do assunto, não me satisfaz. Talvez por isso cada vez menos gente boa leia jornal. Um exemplo disso é o Eduardo Giannetti da Fonseca, que diz preferir ler The Economist e ouvir rádio quando faz a barba ou está no táxi. Minha avaliação: para escrever tem que entender muito do assunto e pesquisar muito. Coisas básicas, que a “falta de tempo” parece impedir. O Noblat, por exemplo, deu uma palestra incrível esse ano na Campus Party.

Blogueiros bons escrevem sobre o que gostam (e isso conta muito). Logo, entendem muito mais sobre o assunto. Tenho um amigo, que foi cobrir um evento da HSM como blogueiro. Ele disse: em dez minutos de palestra com o Philip Kotler, a lenda viva do marketing, todos os jornalistas tinham ido embora. Iam fazer uma matéria “cobrindo” o evento, com conteúdo do press-release e com uma “aspas” que pegaram no início da palestra. Esse meu amigo ficou a palestra inteira, anotou tudo, refletiu sobre o assunto. Qual produzirá o melhor artigo?

A internet está mudando todos os negócios ligados a conteúdo. Filmes, música, livros, jornais, revistas e rádio. Tudo está ameaçado, especialmente se negar a realidade e acreditar em duendes. Quanto mais tempo as empresas gastarem tempo, esforço e dinheiro tentando reverter o que é irreversível, pior será. O negócio do jornal não é papel, da música não é um pedaço de plástico redondo. É o conteúdo e a relação desse conteúdo com as pessoas e entre essas pessoas.

Chato. Acho chato porque acredito que a maioria das pessoas não conseguiu entender o ponto de vista do outro lado, se repete muito as mesmas coisas. Como um bom mala, resolvi entrar nessa. :-)

Para ir além:

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Li nesse sábado um texto bem longo e excelente escrito pela esposa de um empreendedor, que dedicou 5 anos de sua vida a construir um negócio. O texto é muito bom e vale muito a pena.

Alguns pontos que mais me marcaram, e que quero evitar:

  • o cara só pensava em trabalhar
  • a empresa faturava, cada vez mais, sem dar lucro
  • a filha dele reclamava e depois se acostumou com a ausência do pai
  • a empresa faliu, mesmo tendo uma aceitação grande no mercado
  • cada vez trabalhando mais, e vivendo menos
  • empreendedores, na correria, tendem a perder o interesse pelas pessoas

Minhas lições, reforçadas ao ler o texto:

  • saiba aonde quer ir
  • a vida não é só trabalho
  • o trabalho é um jogo
  • coisas ruins acontecem, e vão acontecer de novo
  • esteja preparado para tudo (assim não há surpresas)
  • faturamento sem margem é bobagem
  • fazer listas e dar dicas é fácil, seguir e conseguir é bem difícil :-)

Li agora há pouco, outro texto, dessa vez do Christian Barbosa, sobre empreendedorismo e gestão do tempo, que também é muito bom. Recomendo.

A dica do artigo da INC, foi do Julio, do Digestivo.

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Essas são as quatro perguntas sobre modelos de negócios que Seth Godin fez hoje no seu blog. Acho que elas resumem muito bem, nos principais pontos que você precisa pensar ao montar seu negócio.

  1. Porque motivo as pessoas vão pagar pelo seu (e não por outro) produto? Ou seja, o que você faz que gera valor para o cliente, a ponto de criar disposição para pagar? Num mundo cada vez mais cheio de opções, de coisas grátis e agora com a crise, com cada vez menos dinheiro.
  2. Como você compra (ou produz) o que você vende, por um preço menor do que o de venda? Aqui vale uma reflexão sobre suas competências, que tornam sua capacidade de produzir melhor que o dos outros.
  3. Como você se protege contra concorrentes, similares, cópias e guerra de preços? Ou seja, o que te faz diferente, ao longo do tempo? Isso é dos mais difíceis, e acho que tem (também) a ver com marca, com reputação, com comunidade.
  4. Como quem não te conhece vai te conhecer, e decidir a gastar seu rico dinheirinho com você. Uma das coisas mais legais que li recentemente é o tema “Inbound Marketing“, que me foi apresentado pelo Eric Santos.

Estou tendendo a acreditar, cada vez mais, que o sucesso daqui em diante, virá de autenticidade, reputação, comunidade, prestação de serviço, marketing educativo e personalidade única.

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Assisti essa presentação de Yu-kai Chou no Google, sobre vida pessoal, trabalho, usando um tema que não me é familiar (games), mas que achei bem interessante e com pontos muito bem colocados.

O que me chamou a atenção:

  • a vida é um jogo
  • foque em suas paixões e interesses, e não apenas em habilidades
  • paixão leva a melhor trabalho, ética e diversão
  • mapeie suas competências
  • procure aprender
  • melhore suas competências que são sinérgicas, foque em poucas coisas
  • interaja com pessoas melhores (ou mais “avançadas”) que você
  • não tenha medo de se aproximar de pessoas “especiais” ou “avançadas”
  • contribua para que pessoas que ainda estão iniciando possam usufruir do que você sabe, ou seja, ajude os outros que não podem te ajudar
  • trabalhe com quem tem paixões semelhantes e competências complementares
  • complete pequenas tarefas – elas te ajudam a seguir em frente com a grande missão
  • a jornada é a recompensa

Outros detalhes:

  • gostaria de entender mais sobre o triângulo de competências
  • imagino que o slide 4 tem a ver com trabalhar com alguma coisa que você não goste :-)

Consegui aprender mesmo vendo um PPT sobre games. Abaixo o preconceito :-)

Como sempre, o material estava no Slideshare, um site que gosto mais do que o Youtube.

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Na última quinta-feira, 19 de março, participei (inclusive como palestrante) do evento Epicentro organizado pelo Ricardo Jordão, da BizRevolution, com o apoio da IT Mídia. O evento foi muito bacana por uma série de motivos, mas está recebendo duras críticas (com razão) devido a uma (importante) falha. Acompanhe abaixo meus comentários sobre o evento e mande os seus também.

Palestrantes

Ricardo conseguiu reunir uma turma incrível de palestrantes. Gente de formações muito diversas, com ideias que realmente valiam a pena espalhar. Ideias que te faziam pensar. Como me disse um amigo, brincando: “Cara, fora você, só tem gente top nesse Epicentro”. Concordo com ele, com exceção do “fora você”. :)

Gente interessante, diferente e inteligente. Me vi conversando com um filósofo e um defensor do software livre ao mesmo tempo. Aprendendo, refletindo e me divertindo. Uma das coisas que mais gosto na vida é conversar com gente inteligente e o Epicentro foi um lugar especial para isso.

Entre os palestrantes, o que mais me chamou a atenção foi o Ricardo ter convidado o Grabriel Peixoto para palestrar. Peixoto é o mais ferrenho crítico do Ricardo no blog dele. Extremamente agressivo e crítico. Sempre desconstruindo os outros e construindo pouco ou nada. Pelo que conhecia dele (seus comentários no blog do Ricardo), eu nunca o convidaria para um evento.

E não é o que Peixoto surpreendeu? Fez a palestra antes da minha: ótima presença de palco, bom humor de sobra e uma mensagem bacana, de que é possível tornar a educação mais agradável e efetiva usando o marketing. Ele deu um exemplo bacana de como ensina xadrez para pessoas semi-analfabetas. Muito bacana mesmo. Foi uma mostra de que o Ricardo é mesmo um fã do ser humano.

Contatos

No Epicentro, consegui encontrar vários amigos. Consegui apresentar amigos que não se conheciam. Consegui conhecer amigos de amigos. Um papo bom, descontraído e divertido. Foi uma das coisas mais legais do evento.

Palestrar

Apresentar uma palestra no evento foi uma realização pessoal para mim. Estava um pouco ansioso. Tinha preparado com muito empenho minha palestra, sobre um tema que nunca tinha falado, muito menos em tão pouco tempo. Achei o resultado muito bom, mesmo com o passador de slides tendo pregado algumas peças em mim. Espero que essa sensação continue quando eu assistir o vídeo. :)

Vídeos

Todas as palestras foram gravadas na íntegra e serão colocadas na web. Até o formato (curto – máximo de 20 minutos) vai ajudar, pois pouca gente suporta uma palestra de 60 minutos assistindo em vídeo, no computador.

Achei essa ideia fantástica. Muitos vão falar que não é uma ideia nova, mas eu não tenho visto isso implementado em nenhum lugar aqui no Brasil. Muito bacana e vai dar vida longa a essa primeira edição do evento. Assim espero.

Expectativa pré-evento

O Epicentro foi um dos eventos divulgados com maior sucesso que já vi. Um buzz enorme na internet. Uma polarização das pessoas, uns falando mal, outros bem. Em pouco mais de um mês, o evento foi idealizado, montado, divulgado. E conseguiu mais de 1.700 incrições, presenciais e online em tempo real, somadas. Um sucesso incrível. Como disse um amigo meu no Twitter, “É, parece que esse Epicentro pegou mesmo…”, quando chegava ao local do evento.

O local do evento

O Epicentro foi realizado no escritório da IT Mídia, na Av. Berrini em São Paulo. O lugar tinha uma vista incrível, mas era pequeno demais para o tamanho do evento. O auditório era uma sala de aulas, com umas 50 cadeiras. Impossível comportar a turma que se inscreveu para o evento. Quem assistia pela web também reclamou que o sistema baleiou inúmeras vezes.

Muita gente inscrita não conseguiu entrar. Muita gente inscrita conseguiu entrar no local, mas não na sala. Quem ouvia pela internet teve muitos problemas. Isso gerou uma frustração, justa, em muita gente. E isso terá um preço para os organizadores.

Próximo Epicentro

O Epicentro 2 já tem data marcada, 8 de outubro. Provavelmente será um sucesso. As falhas do primeiro serão um dificultador a mais para realizar o próximo. Os erros podem ser corrigidos.

Torço muito pelo Ricardo. O Epicentro 1 superou todas as expectativas em todos os sentidos. E teve uma falha apenas – a infra-estrutura do evento (presencial e online) foram dimensionadas com um erro grande. Mesmo assim, torço muito pelo Ricardo. Ele faz um trabalho bacana, de difusão de conhecimento, de mostrar as coisas boas que estão acontecendo no Brasil. É um cara que me ajuda, só de conversar comigo. É um cara que quer realizar muito, e mesmo errando, não desiste, não fraqueja.

Para mim, o Epicentro 1 foi um aprendizado, um lembrete de que não adianta fazer tudo certo e errar no básico. Foi também uma inspiração para organizar mais eventos, para mostrar o que há de bom sendo feito no Brasil. Mãos a obra.

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Muito boa essa curta apresentação que achei hoje no Slideshare, por acaso. O Ricardo também gostou.

  1. Faça o que você ama, Chris Wanstrath
  2. Você recebe o mesmo que entrega, Fred Wilson
  3. Nós somos guiados pelo cliente, Charles Brewer
  4. Resolva um pequeno problema seu, Seth Godin
  5. Babe Ruth teve apenas um home-run, Steve Jobs
  6. Gerar receita é um poderoso motivador, David Rudolph
  7. O que é medido, é administrado, Peter Drucker
  8. Seja tão bom a ponto de não poderem te ignorar, Steve Martin
  9. Olhe no espelho, Paul Graham
  10. Você não pode se divorciar de quem investe em você, Alan Taetle
  11. A diferença entre sucesso e fracasso é a capacidade de se adaptar, Jack Bauer
  12. Continue indo em frente, Walt Disney

Gostei e acredito muito nas frases 1, 2, 4,7 e 11. Quais são as suas?

Me lembrei da lista de 30 dicas do Eduardo Carvalho.

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crise-change-this

O site ChangeThis fez uma pesquisa com seus leitores e obteve 1.400 respostas sobre a crise nos EUA.

As perguntas foram:

  • Em uma palavra, como você está se sentindo?
  • Como isso está te afetando?
  • O que você escolheu fazer a respeito

Muito bacana, uma pesquisa pequena, simples, e direcionada a uma turma boa, que lê o excelente site ChangeThis. A imagem que ilustra o post e é o primeiro slide da apresentação abaixo é um resumo a primeira pergunta. Os outros slides são algumas das principais/melhores respostas.

Algumas coisas me marcaram, ressoaram. Tem gente:

  • vendo que há oportunidades
  • contratando
  • bebendo (é sério)
  • pensando em abrir um negócio
  • sabendo que não dá mais para viver no piloto automático
  • trabalhando mais
  • escolhendo/revendo o que é mais importante mesmo
  • que não sabe o que fazer
  • lembrando que o mindset correto é fundamental
  • reconectando a antigos amigos/contatos
  • buscando satisfação nas coisas simples, gratuitas da vida
  • não entrando em pânico e agindo como idiota
  • desligando a TV
  • entregando mais valor para seus clientes
  • escolhendo viver

Revendo essa lista, parece que até que a crise é uma coisa boa, não? Fora a bebida, é claro. :-) Aproveite a crise, no bom sentido.

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Seth Godin escreveu mais um post sobre como melhorar o Kindle, da Amazon. Ano passado ele já tinha escrito uma lista bem longa de sugestões. Gostei demais das sugestões dele.

Interessante saber que 10% dos livros vendidos pela Amazon hoje são versões Kindle. Um número muito alto, na minha opinião. Isso ocorre pois quem tem Kindle são os grandes compradores de livros. Na Amazon tem gente que compra um livro por dia (eu até que não compro muito rs..).

Editores e livreiros: acelerem.

Veja abaixo, minha tradução livre e comentários.

  1. Permita que editores possam dar créditos para quem comprou o livro repassá-lo a um amigo. Seth quer isso para facilitar que livros bons se espalhem como vírus, o que já acontece quando você empresta um livro físico a um amigo.
  2. Deixe que eu veja quais os livros estão se espalhando mais rapidamente. E possa comprar, dentro de uma lista de “mais repassados” ou “mais falados”, além da tradicional “mais vendidos”.
  3. Deixe que editores possam enviar amostras grátis (de capítulos) com recomendações. Imagine você receber uma recomendação de livro do Malcom Gladwell, para aqueles que leram Outliers.
  4. Permita que eu leia as anotações de quem já leu o livro (e autorizou isso). Imagine o que seria de uma leitura em grupo.
  5. Precificação dinâmica. Se compro antes, pago menos (ou mais), e vice-versa. Pode ser uma forma de cobrar mais para quem procura novidades, ou cobrar menos de quem vai promover seu livro.
  6. Deixe que qualquer um lance um livro, em poucos cliques.
  7. Publique os livros textos de domínio público gratuitamente.
  8. Permita inserir questionários e espaço para feedback a ser enviado ao editor ou autor.
  9. Assinaturas “all you can eat”.
  10. A última: envie o livro com US$ 1.000 dólares em créditos, para ser usado em livros que os autores permitirem. Ele disse que gostaria muito de colocar seus livros nesse esquema. Apesar de menos faturamento inicial, mais gente lendo e falando geraria mais vendas totais.

O careca do marketing sabe muito. E como diz meu amigo Fernando Sampaio, o Alma, eu sou fã do cara.

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Local do evento, na Av. Berrini, SP

Daqui duas semanas, extamente dia 19 de março, acontece o evento Epicentro, organizado pelo Ricardo Jordão, da BizRevolution. Estou muito animado, acho que vai ser um evento show, que tem tudo para se transformar no TED brasileiro. Estou mais animado ainda por ter sido convidado para palestrar no evento.

Publiquei há pouco o press-release completo do evento e aqui, faço algumas marcações e recortes do que achei mais bacana, diferente e interessante. Você vai entender porque é um reconhecimento para mim estar nesse time.

De onde vem o nome

EPICENTRO é o ponto da superfície terrestre onde se registra a intensidade máxima de um movimento sísmico. A partir do EPICENTRO, as ondas de mudanças se espalham para outras regiões abalando todas as estruturas de diferentes maneiras.

Nova forma de interação

Traga o seu computador, o seu modem 3G, a sua câmera de vídeo, a sua filmadora etc. No EPICENTRO é permitido filmar, fotografar, blogar, twitar etc.

A proposta do evento em uma frase

Como ser otimista em temos de turbulência econômica? Nós precisamos entender as oportunidades que existem para fazer as nossas vidas, empresas e sociedade funcionarem melhor.

Como ter uma boa ideia

Que tal ir a um evento onde você simplesmente não conhece nada do que o palestrante está falando, mas se tiver a mente aberta, poderá ter um insight para o seu negócio? 

Tudo online, como no TED

Todas as palestras serão gravadas em vídeo e estarão disponíveis no site do evento (ainda em construção) nos dias seguintes a realização do evento.

Crise e felicidade

Uma das razões que levou o mundo a crise financeira é a falta de opções a seguir. Essa impressão errada leva as pessoas a quererem as mesmas coisas, fazerem as mesmas coisas, brigarem pelos mesmos espaços. O EPICENTRO quer promover idéias diferentes, produtos e serviços diferentes, diferentes visões da vida para que o brasileiro possa seguir diferentes caminhos e ser feliz.

Agenda do evento

EPICENTRO
19 de Março de 2009
Local: IT Midia, Praça Prof Jose Lannes 40 Edifício Berrini 500 17o andar

14:30 Recepção
15:20 Abertura, Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro
15:30 Luciano Pires, Anarquista Corporativo
15:50 Fabio Seixas, Camiseteiro
16:10 Alexandre Oliva, Evangelizador do Software Livre
16:30 Christian Barbosa, Gerenciador de Tempo
16:50 Vicente Lassandro, Geólogo
17:10 Pedro Mello, Empreendedor Serial
17:30 Erick Archer, Venture Capitalist
17:50 Aleksandar Mandic, A Internet em Pessoa
18:10 Claudia Riecken, Psicóloga 2.0
18:30 Indio da Costa, Político 2.0
18:50 Rawlinson, Inventor
19:10 Marco Gomes, Interneteiro Profissional
19:30 Gabriel Peixoto, Educador
19:50 Miguel Cavalcanti, Pecuarista Digital
20:10 Marco Antonio Gonçalves, Advogado Futurista
20:30 Adelson de Sousa, Chateaubriand da Informática
21:00 Encerramento, Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro

Quem faz

BizRevolution – Insights para quem vai mudar o mundo através do Trabalho.

Curioso

O mais legal de tudo é minha descrição – “pecuarista digital”, gostei e vou adotar daqui em diante. Te espero por lá.

Update: já possível se cadastrar, para o evento presencial ou online. Aproveite, é grátis.

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